Trecos e truques na caixa de Pandora











Oi pessoal,

Ando meio sumida!
Trabalho, trabalho e neste ano estou terminando meu mestrado! Sim, neste ano o bichinho tem que nascer! Vou contando para vocês o desenrolar dos fatos aqui!
Amo sapatos! Síndrome de mulher centopéia que não tem cura!
Quando eu era adolescente amava tênis! Conforto….
Hoje alio conforto a estilo. Pelo menos tento, né povo?!

Embora eu ame sapatilhas, meus modelos de sapato favoritos são os bonecas. Acho que são um estilo muito descolado-chique para qualquer pessoa.
Os sapatos boneca são conhecidos como sapatos Mary Jane!!
Bom, e vestem super bem. Um jeans e uma camiseta básica já compõem um look super bacana com um sapato destes!

Há também modelos baixinhos mega confortáveis que ficam um a graça com jeans, bermuda, saia ou mesmo vestido. Dá para adotar um estilo meio retrô conservando um ar de estilo pessoal com estes sapatos.
Gosto também de modelos diferenciados em que mesclam várias cores e desenhos nos sapatos bonecas de couro.
Nestes dias, comprei um que é na cor goiaba com joaninha! Na foto, a cor não está muito evidente, mas ele é uma graça!

Um abraço gente!



Sou louca por coturnos!
Sempre tive uma queda por estas botas e acho que minha síndrome de mulher centopéia me avisa que está na hora de adquirir um calçado destes! 😉
Como estamos em pleno Outono (minha estação do ano favorita :)) muitos já devem saber que as vitrines e editoriais de moda estão a todo vapor com as tendências do outono-inverno. Então vamos lá, girls!

A moda vai está se inspirando nos militares. Jaquetas, saias, camisas e botas lembram a autoridade militar. Mas claro que isso é possível ser quebrado com um acessório feminino que incrementa o visual e deixa qualquer mulher elegante. Separei aqui alguns looks que encontrei no Estadão e que achei um luxo:

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{12/03/2010}   Nude day by Hope

Queridos leitores,

Hoje pela manhã enquanto eu caminhava pela Avenida Paulista vi mulheres andando de calcinha e camiseta. A idéia do evento é a seguinte: quem comprar uma calcinha Nude nas lojas da marca – franquias pelo Brasil ou loja virtual – levarão grátis outra da mesma referência.
A  linha de lingeries HOPE Nude está baseada no conceito “No VPL” (no visual panty lines), sem elásticos e sem costura. Por isso, é mega confortável e nos oferece liberdade para usar roupas justas sem marcar a silhueta.(Acho isso ÓTEMO!!! 😀 ) A dica vale não só para as mulheres irem às compras, mas HOMENS se vocês quiserem marcar um gol de placa com suas esposas/namoras/peguetes aproveitem a oportunidade e deêm para elas essa lingerie de presente!!! #ficaadica

Segundo o site Press Pass participam da promoção os modelos biquíni, tanga brasileira, fio dental e calcinha reta. Cada cliente poderá comprar até cinco peças e elas estão disponíveis nas cores preta, pepper e camurça. 😀

Preços sugeridos:

• Biquíni – R$ 22,00
• Fio dental – R$ 18,00
• Calcinha reta – R$ 24,00
• Tanga Brasileira – R$ 24,00

Participe do HOPE Nude Day em 13 de março de 2009, pois além do conforto das lingeries NUDE da HOPE a empresa tem um sério compromisso em apoiar crianças que têm câncer. Para quem quiser informações sobre o belíssimo trabalho social feito pela empresa ou pretente até mesmo fazer doações, deixo aqui o Blog Casa HOPE

Parabéns HOPE pela iniciativa e parabéns às modelos que participaram da ação hoje!

Beijos da
Val =)



{21/02/2010}   Mulher (es)

Nós mulheres vivemos nos queixando por viver numa sociedade cercadas pelo machismo.
O próprio idioma carrega um imáginário linguístico que mostra as marcas do preconceito. Por exemplo, chamar um homem de vagabundo ou cachorro não tem certamente a mesma carga semântica se usássemos os mesmos designativos para uma mulher. Soa despectivo e extremamente grosseiro palavras como esta dirigidas a uma mulher.
Com a queima de sutiãs, as mulheres lutaram pela igualdade com os homens. Foi uma luta em prol daquilo que elas achavam que seria fundamental para a liberdade da mulher e pelo respeito no cerne familiar, no trabalho, na faculdade ou em qualquer ambiente. Tais mulheres viviam um momento histórico totalmente conturbado e que necessitava intervenções drásticas para se valer respeitar o que se cunhou como “direitos da mulher”. Na verdade, nunca seremos iguais porque na diferença é que reside a beleza. Mas gozar dos mesmos direitos é o mínimo exigível numa sociedade que se anuncia no século XXI. Porém, na prática a coisa não funciona bem assim.

Na minha parca opinião, não é errado querer estar num mesmo patamar que o homem já que somos todos seres humanos independentes do sexo que nascemos. Atuando em seus extremos, tanto o machismo quanto o feminismo professam palavras de ordem que tendem a uma disputa fadada ao fracasso porque proclama uma luta desnecessária. A luta a ser travada deve ser contra o preconceito em todas as suas formas. Não é pelo sexo com que nascemos, pela cor que temos, pela opção sexual que escolhemos que devemos ser julgados. A vida é o que vale a pena e não os rótulos que vamos forçosamente acumulando ao meio do caminho.

Ser mulher não é pertencer ao sexo frágil. É pertencer a um sexo forte que é capaz de gerar a vida. Por isso, não podemos nos sujeitar às palavras de ordem que nos subjugam e também não servir de molde para o machismo já que, na maioria das vezes, as próprias mulheres educam os homens no sentido de que eles ajam assim. Acho que devemos pensar um tipo de relação na sociedade que prime pelos direitos e deveres de cada um, temos que ser fortes e não nos conformar com a idéia de que somos cidadãos de papel.

Ao menos no Brasil, seria importante pensar qual a posição da mulher hoje. Em pleno século XXI, leis como a  “Maria da Penha” são aprovadas por causa da violência doméstica. E todos os dias sabemos de inúmeros casos em que há preconceito de gênero, violência e, mesmo aquelas frases prontas que escutamos rotineiramente  que desqualifica as mulheres em situações  do dia-a-dia, como por exemplo, dirigir um carro: “Vai pilotar fogão!”

Essas fórmulas prontas vendidas como piadas ou “brincadeiras” são formas fascistas de desqualificar o outro e demosntram o quanto ainda precisamos nos livrar de hábitos coloniais.

Talvez tudo isso fosse possível com um pequeno gesto de respeito que fosse de encontro ao outro, uma pequena forma de desvencilhar-se dessa forma tão cômoda que ousamos chamar de “eu”. E, talvez, as coisas fossem diferentes.

Sou feliz por ser mulher! Me aceito com meus quilinhos a mais e até acho que eles me caem bem. Adoro novas cores de esmalte,  testar produtos nos cabelos e maquiagens. Adoro  sapatos boneca, pois sofro da síndrome de mulher centopéia. Gosto de jogos de futebol, me interesso por mecânica e sou mot0ociclista. Quando criança, repudiava brincar de boneca e fazer comidinha. Eu preferia mil vezes soltar pipa, jogar bolinha de gude (eu amava as bolinhas americanas) e brincar de pega-pega.

Amo a diferença! Acho lindo quando as pessoas se amam e se respeitam. O sexo foi pré determinado biologicamente. A reprodução também o é. E o amor pelo outro foi uma das maiores liçoes que nos ensinou o Filho de Deus. O dia que aprendermos isso como ponto forte não haverá qualquer tipo de “ismo” e homens, mulheres e crianças poderão viver num mundo de essência e não de aparência onde o que pensa ser mais forte tenta subjugar a todo custo o outro.

Uma coisa que ainda me deixa muito irritada é quando algum gringo com quem trabalho me pergunta se eu sei sambar. O velho estereótipo da mulher brasileira que é a metonímia de uma bunda rebolando. Nada contra o carnaval nem contra quem constrói sua imagem em cima disso. Mas nós brasileiras somos muito mais que este velho estereótipo que movimenta o turismo por aqui! Dependendo do tom da pergunta eu oscilo entre uma resposta educada ou um sonoro “Eu odeio carnaval”. Não, eu não odeio o carnaval em si, afinal vim ao mundo numa terça carnavalesca! Mas a festa comercializada hoje pelas emissoras de TV já não é a de antigamente e nem é aquele que a gente vê nas quadras das escolas. E, ainda por cima, é vendida a imagem de uma mulheres lindas e maravilhosas que encantam por sua beleza, mas que se estapeiam e pagam para ser destaques e aparecerem nas colunas de jornais e revistas. A fama tem seu preço!

É ótimo que o Brasil seja reconhecido pela beleza de seu povo. Mas é importante que o país tenha outros marcos como a erradicação do analfabetismo, a inteligência comercial, o avanço das pesquisas científicas e tecnológicas, a justiça para todos (e que não haja privilégios para quem é colarinho branco etc. Enfim, que não sejamos um país marcado pelo turismo sexual.  Que nós mulheres tenhamos direitos respeitados e que os homens, assim como nós, tenham os seus assegurados porque somos iguais pela Declaração dos Direitos do Homem e é da fusão entre estes dois seres que surge a vida e anossa  espécie é perpetuada.

Lembrem-se que este é um ano de eleição. Ano em que obras faraônicas são inauguradas com o intuito de anagariar votos. Peço apenas que você, caro leitor, pense em quem morreu num porão da ditadura para que você tivesse o direito de votar livremente. Por isso, não se iluda com promessas, procure saber da vida do seu candidato e vote porque você deseja um país justo param homens, mulheres e crianças, ok?

Um beijo



{14/02/2010}   Momento poético

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado…

[Luís Fernando Veríssimo]



Entre as mulheres e o chocolate há uma verdadeira simbiose. Para quem sofre com TPM, a vontade voraz por se deliciar com uma barra deste alimento é compulsiva durante estes dias.

Segundo o Wikipedia, a bebida assim como a palavra Chocolate  (xocoatl, do náuatle xococ “amargo” + atl “água”) de origem asteca.

Seja como presente ou como um agrado, bombons sempre são bem-vindos. Porém, tenho notado que muitos homens não são fãs de chocolate ou, na maioria das vezes, não entendem  verdadeira paixão que nós, mulheres, nutrimos por estes doces.

Numa versão bem humorad de uma campanha para uma marca de chocolates mostra o porquê as mulheres preferem chocolates.  ¡Ojo, hombres! Os vídeos são didáticos, eu diria hahaha..



et cetera